quarta-feira, 30 de maio de 2012

Declaração dos Direitos da Criança (1 de junho em Portugal)



Olga Narciso Vasconcelos

Convenção dos Direitos da Criança (1 de junho)


                          
     Oficialmente, o Dia Internacional da Criança é comemorado no dia 20 de novembro ( reconhecido pela ONU), por ter sido a data em que foi aprovada a Declaração dos Direitos da Criança.
     Cada país comemora este dia numa data implementada a nível nacional, sendo maioritariamente no dia 1 de junho, tal como o é em Portugal.

 Olga Narciso Vasconcelos

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Números Reais



Trabalho efetuado pela aluna Catarina Duarte,
supervisionado e orientado pela Docente Helena Gomes,
no âmbito da disciplina de Matemática

Olga Narciso Vasconcelos

Comemorações no âmbito do 25 de abril



Trabalho efetuado pela aluna Catarina Duarte,
com o auxílio da Docente Helena Gomes

 Olga Narciso Vasconcelos
video

Gentilmente cedido pela Docente Helena Gomes,
trabalho efetuado, na disciplina de TIC, pela aluna Catarina Duarte


Olga Narciso Vasconcelos

quarta-feira, 16 de maio de 2012

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Semana Segur@net - 7 de fevereiro, Dia da Internet Segura

«Desapareceu de casa para ir ter com um amigo da Net


"São miúdas com sede de aventura. Mas, quando se encontram com os estranhos, ficam com medo e querem voltar para casa", declara o inspector-chefe da Polícia Judiciária Francisco Chagas, que recusa por enquanto a associação directa entre o desaparecimento destas menores fascinadas pela Internet e as redes de prostituição. A PJ de Lisboa contabiliza seis casos destes em 2006. Em 2005, investigaram 12. Todos com sucesso.

Setembro de 2006: "'Joana' saiu de casa no dia 16 a dizer que ia beber um café com um amigo, supostamente para conhecer alguém da Net, e ainda não apareceu". Apesar de os amigos terem espalhado cartazes em Sintra, Almada e Setúbal com esta frase, a sua foto e um número de telefone de emergência, não receberam uma só chamada. Na quinta-feira seguinte, 21, 'Joana' regressou a casa, em Almada, mas jura ter decidido ir apenas passar uns dias a casa de um velho amigo em Sesimbra.

Setembro de 2006: 'Rute', de 15 anos, residente em Matosinhos, esteve desaparecida durante uma semana. A jovem foi encontrada pela Polícia Judiciária na casa do namorado, de 22 anos, em Albergaria. 'Rute' não fora raptada, nem corria perigo de vida. Tinha ido para a residência de 'Carlos' de livre vontade. O romance iniciara-se na Internet um ano antes. Em declarações ao Expresso, a sua irmã, 'Cristina', garante que os dois mantêm a relação amorosa: "Ele vem visitá-la aos fins-de-semana".

Agosto de 2006: 'Sofia', de 14 anos, fugiu de casa dos pais para poder conhecer o seu amor da Net, não deixando rasto. Com autorização do irmão da jovem, os inspectores da PJ acederam ao seu msn e puderam reconstituir os seus passos. Na hora do almejado encontro, no Largo do Rato, encontrava-se lá a brigada de Investigação e Averiguação de Desaparecidos da PJ em peso. Os dois menores foram apanhados em flagrante.

Outubro de 2004: 'Adelaide', de 13 anos fugiu de casa da mãe, no Entroncamento, com um saco verde cheio de roupa. Passava cada vez mais tempo na Internet, depois da morte do pai, dois anos antes. Suspeitava-se que estivesse na comnpanhia de um homem de 20 anos, que conheceu durante as conversas "online". Foi encontrada em Lisboa, passados poucos dias, pela PJ, depois de a sua fotografia circular nos jornais. A menor tinha alugado um quarto numa residência na Baixa, dizendo ter 19 anos e ser vítima de violência por parte de um suposto namorado. Era tudo mentira. Dois anos depois, a sua mãe, 'Alberta', revela ao Expresso que a sua filha estuda no 10º ano sem sobressaltos. "Tentei acompanhá-la nas suas incursões na Net. Mas ela sabia como me despitar". Sobre o alegado namorado virtual, garante "estar tudo terminado".

Setembro de 2003: a PSP de Castelo Branco identificou um militar de 30 anos que terá mantido relações sexuais com uma menor de 15 anos que conhecera através de mensagens SMS de um canal de televisão.

Agosto de 2003: uma jovem de 14 anos, residente na Figueira da Foz, fugiu da residência da família para se encontrar com um homem de 27 anos. Os dois trocavam mensagens diárias através da Internet.»


Artigo publicado no Jornal Expresso, 7 de outubro de 2006, pág. 3 (primeiro caderno).

Olga Narciso Vasconcelos

Semana Segur@net - 7 de fevereiro, Dia da Internet Segura

«Na Internet, o perigo está à distância de um clique:
há especialistas na sedução de jovens


VÍTIMAS E CARRASCOS DA NET


Aos 13 anos, os problemas de ‘Isabel’ são bem mais embaraçosos do que as borbulhas da puberdade. Todas as tardes, ao abrir o Messenger (msn), era assediada sexualmente por um colega da escola. Nem os cúmplices «smiles» amarelos no final das frases a serenavam. Uma manhã, ao chegar às aulas, percebeu que ‘Joaquim’ espalhara pela Net que ela alinhava no seu jogo imaginário: nos corredores, era alvo de chacota e olhares de desdém.
O boato tomou a dimensão do liceu. “Ela andava aterrorizada. Escondia-se no recreio”, conta a irmã, Helena, sete anos mais velha. ‘Isabel’ fora vítima de «cyberbulling» – uso das novas tecnologias com o objectivo de enxovalhar alguém –, um fenómeno que invadiu as escolas do Reino Unido e começa a aparecer em Portugal. Com o novo ano lectivo, o assunto morreu, e os pais nunca souberam do caso. “Preferimos não lhes contar o que se passa na Net. Para não nos proibirem o acesso”.
As duas irmãs passam tardes e noites em frente ao monitor, em sua casa, na margem sul, enquanto a família vê televisão: msn e Hi5 são universos onde se mexem com à-vontade. Talvez com demasiado à-vontade. “Pus muitas informações pessoais no meu perfil do Hi5. E no msn aceito como amigos tipos que não conheço de lado nenhum”, reconhece Helena, ou ‘Star’, o seu «nickname» no msn. A curiosidade e a vontade de ter um grupo de amigos alargado levam-na a pisar o risco. “Na Net, dizem-nos aquilo que queremos ouvir. E toda a gente se deixa levar na cantiga do bandido”, justifica. “Mas não passa de uma ilusão”. Há meses, marcou um encontro com Luís, duas semanas depois de uma troca de palavras no msn. “Parecíamos ter tudo em comum: gostávamos de sair à noite, de house e de praia”. Quando chegou ao local combinado, o Centro Comercial Vasco da Gama, o Luís afinal chamava-se Filipe, tinha mais de trinta anos, não era nenhum «clone» do Brad Pitt e, depois de uma conversa de circunstância, perguntou-lhe se podiam falar de sexo ou ir para um local sossegado. “Consegui fugir dele com dificuldade”. Só então lhe bloqueou a entrada no seu grupo do msn.
'Helena' teve a sua última aventura radical há três semanas. Depois de uma discussão com a mãe, fugiu de casa. Cinco dias depois, regressou: “Fui para casa de um amigo em Sesimbra”.
O inspector-chefe da Polícia Judiciária, Francisco Chagas, sabe de cor os argumentos destas raparigas com inclinação por amizades perigosas: “Quando são apanhadas, dizem aos pais que foram ter com uma amiga e não que fugiram com um estranho da Net. É menos embaraçoso para elas”.
Segundo um estudo europeu, 22% dos jovens que participam em «chats» acabam por se conhecer pessoalmente. E as raparigas entre os 10 e os 12 anos são as mais vulneráveis às investidas de pedófilos em salas de conversação. “O número de crianças desaparecidas e raptadas em Portugal poderá disparar nos próximos anos, devido ao crescente assédio dos predadores sexuais”, alerta o secretário-geral do Instituto de Apoio à Criança, Manuel Coutinho.

“Os pais não estão atentos. E os professores não conseguem vigiar os alunos, que dominam melhor do que eles as novas tecnologias”.
Uma ronda por algumas escolas do país corrobora a tese: “Mal viro as costas, a primeira coisa que eles fazem é entrar no msn ou no Hi5. Não há nada a fazer. Os miúdos estão viciados”, confidencia uma professora, no anonimato. Tito de Morais, fundador do projecto MiudosSegurosnaNet, assegura que proibir o acesso ou filtrar o msn “não resolve o problema”. Até pode agravá-lo, porque “eles acabam por usá-lo fora de casa, em cybercafés, sendo alvo mais fácil de pedófilos”.
R. é um desses predadores. Um «psico», segundo a definição de raparigas que o conheceram. “No início, parece um tipo educado, culto. Mas depois passa-se”, conta ‘Maria’. O perfil dele no Hi5 não levanta suspeitas: é só mais um rapaz de 25 anos que colecciona fotos do seu cão, “faz desporto e treinos militares” e se define como alguém que gosta de “comportamentos extremos”.
A imagem de bom samaritano implode depois de convites para maratonas de sexo, repentinos acessos de fúria e perseguições a raparigas. “Cometi um grande erro ao dar-lhe o meu número de telemóvel”, assume ‘Maria’, alvo das suas iras. “Ele fica enraivecido quando alguém o contradiz. É assustador”. Hoje, ela não atende as suas chamadas, mas R. continua a ligar-lhe, madrugada adentro, deixando-lhe ameaças no «voice mail». “Quer que eu vá a sua casa tirar-lhe fotos com outra miúda, enquanto faz sexo com ela”. Ironia das ironias, R. conta com mil amigos no Hi5 e usa fotos de raparigas sorridentes, em biquíni, como troféu.»


Excertos da reportagem de Hugo Franco, Jornal Expresso de 07 de Outubro de 2006


Olga Narciso Vasconcelos

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Manual de Apoio ao DL 3/2008, de 7 de janeiro





Conhecendo o Mundo da Educação Especial...


Olga Narciso Vasconcelos

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Curiosidade: Relação entre Dislexia + PHDA + Ómega 3

As crianças em idade escolar beneficiam se ingerirem ómega 3 - suplementos de óleo de peixe. Suplementos em cápsulas de óleo de peixe, ingeridos durante três meses, são um complemento no desenvolvimento das competências relacionadas com a oralidade, a leitura, a escrita, a atenção e a concentração das crianças.
(Investigação patrocinada pelo DRT - Dyslexia Research Trust)

Olga Narciso Vasconcelos

Curiosidade: Água Fonte de Inteligência!

Beber água oxigena o cérebro e, consequentemente, ajuda nos estudos. Uma criança bem hidratada tem melhores resultados escolares. As funções cerebrais melhoram e as crianças ficam mais calmas e atentas durante as aulas. Recomenda-se entre seis a oito copos de água por dia.


Olga Narciso Vasconcelos

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Apresento-me: sou a DISLEXIA…








Olga Narciso Vasconcelos


Vejam como é viver com a dislexia.

O Blogue SE é de todos e para todos!

Caríssimos colegas do AVEPJB,

solicitamos que colaborem connosco na partilha e divulgação de feitos e atividades, nos quais participem e/ou estejam incluídos os nossos alunos com necessidades educativas especiais, de caráter permanente, do agrupamento. Entrem em contato connosco se tiverem na vossa posse vídeos, fotos, atividades, ou algo mais que a vossa imaginação ditar.

Agradecemos, desde já, a vossa colaboração!


Helena Silva e Olga Narciso Vasconcelos

(Coordenadoras do Blogue dos Serviços Especializados de Educação Especial do AVEPJB)

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Como Incutir na Criança o Gosto pelo Esforço

«Nos nossos dias, vive-se num mundo onde parece que tudo é possível acontecer como que por magia, por milagre ou por sorte, sem necessidade de grandes esforços. Basta ver o que nos apresentam os meios de comunicação social. Tendo em conta esta realidade, como convencer as crianças/jovens de que é necessário tempo, concentração e esforço para se alcançarem certos e determinados objetivos?



O sentido do esforço não é algo espontâneo, inato, mas sim o fruto de uma aprendizagem, de uma tomada de consciência, que só pode ocorrer na criança com a ajuda dos adultos. Esforçar-se é conseguir ultrapassar uma resistência para se alcançar um objetivo. Neste sentido, é necessário fazer-se ver à criança que, uma vez o objetivo alcançado, ela pode sentir-se orgulhosa e até falar disso com ela própria, por exemplo: “Isto não foi fácil de conseguir, mas fui eu que o fiz.”



Motivar a criança para o esforço é ajudá-la a imaginar um determinado resultado e a desfrutar a alegria por o ter conseguido. Este tipo de atitude faz com que se transmita à criança a ideia de que o futuro também depende do sentido que ela lhe quiser dar e que, por acréscimo, desenvolve-lhe o sentido de confiança, de autonomia, de otimismo, de criatividade, de perceção e de consciência das suas capacidades, da sua autoimagem positiva e o de abstração do presente, sem perder o contacto com a realidade. À medida que cada objetivo é atingido, a alegria e o entusiasmo proveniente dessa concretização funcionará como um incentivo, como uma espécie de fonte energética para o próximo esforço e, com o decorrer do tempo, a criança ficará mais preparada para encarar os desafios da vida.



Porém, quando, mesmo assim, a criança não o consegue é preciso ajudá-la não só a aceitar a frustração como também levá-la a ver, a compreender e a tentar perceber o que é que não funcionou: Terá o objetivo sido demasiado alto? Poderia ela tê-lo atingido de uma outra forma? E, sempre que possível, ajudá-la a identificar os seus pontos fortes e os fracos, valorizando os primeiros (ainda que seja um só!) e assinalando os fracos, mas sempre sem a envergonhar, para não penalizar o/a seu/sua autoconceito/autoestima .
Incutir, desde a infância, o gosto pelo esforço vai permitir que a criança crie as estruturas mentais necessárias de condicionalismo, de automatismo, para as ir repetindo na vida adulta. Ajudar-se-á, desta forma, a que se torne, na vida, num indivíduo ativo, mais independente.



A criança que cresce acreditando que se pode obter tudo sem esforço, provavelmente, será um adulto emocional imaturo, preso a uma fase de desenvolvimento ainda egoísta, tornando-se vicioso na aquisição de bens materiais, mas eternamente insatisfeito. Logo que acabe de adquirir algo, já quer outro. »



Informação extraída de António Valentim, Psicólogo Clínico da COE


Olga Narciso Vasconcelos